SEM REMÉDIO




Não, não é o mar
que nos separa.
É a ausência de cais.

Saramar

12 comentários:

guto leite disse...

Fala ai Saramar ... que não seja esse o problema ... estou providenciando a feitura de cais já, já!!! ... um beijo grande do amigo sumido ... guto leite.

Bosco Sobreira disse...

Fantástico, minha querida Poeta.
Gosto muito de seus poemas curtos.
Belíssima concisão e força poética.
Um beijo afetuoso.

Tina disse...

Oi Saramar!

O mar, por vezes é tão largo, tão majestoso em suas proporções, que não nos deixa ver o cais, o aporto, o porto seguro. E nos perdemos: ficamos à deriva...

beijos querida, lindas palavras.

francisco dantas disse...

Querida Saramar, bom dia, mas bom dia mesmo. Na ausência de um cais, imaginemos um e, poeticamente, ele se tornará real. Um beijo, poeta. Estou um tanto ausente devido a inúmeras tarefas, que me têm deixado sem tempo para os amigos blogueiros.Mas apareço.

Cármen Neves disse...

Oi querida!

Profundo e belo o que escreveste!
com carinho,

Mário Margaride disse...

mais um lindo poema Saramar!

Adoro o mar e sua imponência!

Beijinhos

Tiago disse...

O mar é um reino mágico, tem o poder de dispertar sonhos, sobretudo numa bela noite de luar, como a da foto.

Belas palavras Saramar.
Beijos.

un dress disse...

cais...fazem-se...


*
*

Mônica Montone disse...

Ai, que liiiiiiiindo! Me derreti, aqui, num aaaaaai

beijos, querida

MM

teresamaremar disse...

:) é... como é importante um cais ou um porto seguro...


beijo

Anônimo disse...

Será?!
Pense bem.
No amor não há cais, nem mar.
Um beijo.
miguel

Ricardo Rayol disse...

Lindo.