ESPERA


não sei mais o que sinto,
por tantos rumos o amor me leva.
não sei se morro de dor
ou se me embriago de amanhãs.
(lembrança das horas que vivo.)
se insisto e levo meu barco de papel,
perdido também,
entre o frio beijo e o silêncio.
é a ilusão que procura trilhas,
um sinal, uma seta.
é a manhã que chega depois de mim
para anunciar o dia, insone que vivo,
de tanta espera.
Saramar

Imagem: Cristina Becejski

7 comentários:

Erika disse...

insone de espera...

toma um vinho... que o sono vem...alcoolico.

beijos querida. ótimo final de semana

Daniele disse...

Querida Saramar, eu me perco na beleza dos seus versos.
Desculpe-me a ausência, os motivos são muitos, mas em breve poderei vir com assiduidade me deleitar com a sua fina escrita.

beijos na alma,

Cacá BH disse...

não gosto da espera....
é sempre angustiante....
beijos
ah, adorei seu blog...

O Profeta disse...

Neste cais de espera és alva garça no imenso do sentir...


Doce beijo

O Profeta disse...

Neste cais de espera és alva garça no imenso do sentir...


Doce beijo

Kalinka disse...

OL� SARAMAR

Tamb�m eu
n�o sei mais o que sinto,
n�o sei se morro de dor
ou se a Alegria e Paz me invadem!

Bom domingo.
Beijitos.

Fernanda e Poemas disse...

Olá Saramar, minha querida linda a tua postagem.
Muitos beijinhos com carinho.
Fernandinha