Esquecidas de viver,
as palavras vão morrendo
como uma tarde qualquer
de portas trancadas.
A saudade,
fina dor dos intervalos,
vai ferindo sempre
e ri da morte.
eu também morro
(porque te amo)
e vivo, entretanto,
para lembrar de ti.
Saramar
as palavras vão morrendo
como uma tarde qualquer
de portas trancadas.
A saudade,
fina dor dos intervalos,
vai ferindo sempre
e ri da morte.
eu também morro
(porque te amo)
e vivo, entretanto,
para lembrar de ti.
Saramar
14 comentários:
No amor, com amor e pelo amor, morremos e vivemos, todos os dias. Sim, essa dicotomia de amar-morrer-viver, nos faz vívidos e nos torna palavras nesse seu poema. Lindo, como sempre.
Um abraço e bom domingo
Lindo..!
Tanto talento..! Até doi.
Um beijo.
miguel
Lindo!!!
Gosto muito dos seus textos!!!
Beijão
Querida amiga,
Que alegria, sempre que recebemos sua visita, é uma honra, e comentar sobre o post, meu Deus! Lindo.
Estamos com uma enquete, será que você votou? Votou nas flores?
Brincadeirinha, o voto é secreto, e por falar nisto, hoje também é dia de voto, vamos tocer pelo bem...
love you
bjs
Saramar
Este amor esta tatuado no osso . . . na alma.
Estimo melhoras.
Beijinhos e boa semana.
Saramar,
Como sempre você é primorosa. Bjao e espero já esteja em plena forma. S.
Muito bonito...
eu ando me libertando, sabe... não posso mais tanta coisa que nunca pude, então chega.
Entendeu?
Nem eu!
beijos
Oi Saramar!
Nem sei o que dizer: você já disse TUDO. Obrigada querida.
beijos e boa semana,
Oi Saramar!
No comentário acima leia: Tina - BlueMoon.
Estava no blog errado. E agora a gente não consegue apagar o comment errado. Coisas de Blogspot.
beijos querida.
Perfeita imagem do sofrer por amor.
Está melhor querida? Tomara sim.
lindos dias doce Saramar
beijos
O Miguel tem razão!
Você está bem, Saramar?
Um abraço!
Ah Saramar se amasse tanto...nao sei o que seria de mim..
Muito bonito este poema... [«eu também morro (porque te amo) e vivi, entretanto, para lembrar de ti»]; a citação de Dolores Duran faz um excelente enquadramento.
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